AUTOPERCEPÇÃO – A consciência de si mesmo

2017-artigos_autopercepçãoNossa atenção, de um modo geral, está sempre dirigida para objetos exteriores a nós mesmos. Estamos atentos às pessoas e às coisas que nos cercam, às coisas que por qualquer razão despertam o nosso interesse atual. Quase nunca observamos a nós mesmos. Quase nunca estamos conscientes das nossas ações, e menos ainda das nossas reações. Temos, por assim dizer, nítida consciência do comportamento alheio, mas nenhuma consciência do nosso próprio comportamento.

Nosso pensamento, por outro lado, está constantemente se voltando para o passado ou para o futuro, isto é, para coisas que já fizemos ou que já aconteceram, ou para coisas que vamos fazer ou que esperamos que aconteçam. Isto interfere na nossa atividade atual, dificultando a nossa concentração mental.

Quando estamos de algum modo emocionalmente perturbados ou preocupados (=préocupados), ou quando um interesse maior chama a nossa atenção para outra atividade ou para outro fato, tudo o que estamos fazendo fica de algum modo “contaminado” pelo pensamento nessa outra atividade ou fato predominante. Nestes casos nossa atenção tem dificuldade de se fixar naquilo que estamos fazendo. Fazemos uma coisa pensando em outra, com duplo dispêndio de energia.

Embora isto aconteça com todos, os estudantes especificamente, são as grandes vítimas desta “armadilha”. Seus pensamentos estão geralmente dispersos, e eles vivem, pode-se dizer, a maior parte do tempo no mundo da fantasia.

Podemos dizer que temos duas qualidades de atenção. A atenção involuntária e a atenção voluntária.

A atenção involuntária não depende da nossa vontade. É aquela atenção provocada por um acontecimento qualquer inesperado. Por exemplo, um estampido próximo do local onde estamos, a queda de um objeto que produz um forte ruído, um local fortemente iluminado, um grito de alguém, etc. Nós dizemos que aquilo “nos chamou a atenção”. A nossa atenção foi despertada pelo acontecimento. Também um objeto qualquer pelo qual nos interessamos “chama” a nossa atenção. A criança em geral exercita em alto grau a atenção involuntária. A sua curiosidade faz com que a sua atenção salte a todo momento de um objeto para outro, sem se fixar em nenhum deles.

A atenção voluntária, ao contrário, depende da nossa vontade, exige o exercício da nossa vontade. Sou eu que dirijo a minha atenção para o objeto que eu mesmo escolho ou que me é imposto.

É assim que se dá a percepção dos objetos – pela aplicação da atenção, voluntária ou involuntária.

Temos em geral uma consciência mais ou menos nítida de um objeto, dependendo da importância que ele tenha para nós.

A importância de um objeto somos nós que a damos. Alguma coisa pode ser importante para mim, e não sê-lo para outros. Se um objeto é importante para mim eu posso lhe dar mais atenção (voluntária) do que daria a um objeto não importante. Assim, a consciência que eu tenho de um objeto depende da atenção que eu, voluntariamente, lhe dou.

Entretanto, embora eu tenha a consciência nítida de tudo o que me cerca e do que eu faço, nem sempre tenho consciência de mim mesmo como agente da ação. Embora não nos demos conta disso, nós somos sempre agentes; eu sou o agente que fala, o agente que ouve, o agente que sente, o agente do meu andar, do meu pensar, da minha escolha, etc. As crianças, e a maioria dos adultos, não se dão conta deste seu alheamento de si mesmo.

Você está sentado diante do aparelho de TV. Assiste a um filme, uma telenovela, ou um
noticiário. Você pode se envolver de tal maneira que pode até se emocionar com as cenas exibidas, ou pode ser levado a rápidas reflexões sobre os acontecimentos noticiados, mas em nenhum momento você se dá conta de que você está ali sentado, vendo a televisão. Em nenhum momento você observa a si mesmo vendo a TV. Você tem consciência da TV e de tudo o que se passa na tela, mas não tem consciência de você mesmo como telespectador.

Observe um garoto diante de um videogames. Ele está atento ao que passa na tela. Podemos dizer que a sua consciência está totalmente na tela à sua frente. Ele se esquece de comer, de ir ao banheiro, de tudo. Só existe para ele aquela pequena tela. Tudo se passa fora dele!

Ou observe uma adolescente participando de um festival de rock. O fenômeno é semelhante e o resultado igualmente dramático. Ela como que se integra no espetáculo. Ela não se vê assistindo ao show, ela faz parte dele. Ela renuncia voluntariamente à sua capacidade de pensar e pensa com o grupo, o pensamento não é dela, é o do grupo. Então ela se torna membro de uma manada e age como a manada. Ela não tem consciência de si mesma agindo, ela não se percebe como o agente da ação.

Este alheamento de si mesmo, tornando-se um hábito, pode ter como conseqüência doenças de caráter psíquico.
Por outro lado, uma característica comum a todos os que procuram tratamento psicológico, é a falta de concentração mental, bem como a deterioração da memória e dificuldade de raciocínio. Isto se deve ao “embotamento” da atenção (a faculdade psíquica que deveria ser objeto de desenvolvimento desde a nossa infância), por falta de uso adequado. Para “reverter” a situação, o caminho é a REEDUCAÇÃO DA ATENÇÃO (Pe.Narciso Irala, O controle mental, 1944 – E.P.U).

Admite-se hoje que algumas doenças, especialmente na idade avançada (Halzeimer,por exemplo) poderiam ser minimizadas senão até evitadas, mediante o desenvolvimento de hábitos de concentração mental, como, por exemplo, a resolução de palavras cruzadas.

É tão arraigado em nós o hábito do pensamento disperso que algumas pessoas sentem
extrema dificuldade em manter a sua atenção em um só assunto ou objeto durante ao menos alguns segundos. Seu pensamento está sempre “distante”, como dizem. Outros dizem que certas pessoas estão sempre “no mundo da lua”.

fonte: Durval Gelfi

As terapêuticas holísticas como o Homestase Quântica da Essência, Theta Healing, Comandos Quânticos e etc, podem auxiliar na criação de hábitos de concentração mental. Aprendemos assim a dirigir a nossa atenção constantemente, sem nenhum esforço, para os objetos de nosso interesse. Eliminando por meio das terapêuticas o hábito do pensamento disperso, causa principal do estresse.

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A Chama Trina é na realidade um cálice sagrado.

A Chama Trina

Esta Chama poderosa é na realidade um cálice sagrado no qual temos um átomo com uma estrutura diferente ao restante do nosso organismo, isso por que este átomo é materializado no momento da concepção, ou seja, no momento da fecundação do ovulo, temos a formação de uma célula que ira se multiplicar e dará a vida a um novo ser. Neste processo quando o embrião esta sendo formado é ancorado dentro do que vira a ser o coração esse átomo que por sua vez guarda a Chama Trina. Esta Chama é o nosso contato com a nossa fonte universal que tudo é. Esta chama conecta a nossa vida física com os planos internos dos nossos corpos sutis, por sua vez efetua um controle energético dos nossos chacras de forma a garantir a vida física. Ela possui muitas funções ligadas ao suporte de vida no plano material, como também é uma das mais poderosas ferramentas para nossa ascensão.
Os grupos ligados a Fraternidade Branca tem procurado trabalhar esta Chama no despertar dos seres humanos, através de exercícios e Mantras, isso tem alcançado bons resultados, porém muitos seres humanos não tem acesso a essas informações, que deveriam ser propagadas em todos os níveis da mídia mundial, mas esse é nosso trabalho de procurar expressar no papel o que os poderosos da mídia não tem permitido ser difundido.

A chama trina e composta da seguinte maneira:

Chama Trina
Esta Chama encerra dentro de sua estrutura três raios ou cores, temos do lado esquerdo a grande chama Rosada, que encerra e representa o amor universal, ao centro temos a poderosa chama Amarelo Dourada que representa a sabedoria espiritual sobre o campo material, e ao lado direito a poderosa chama Azul, que representa o poder divino em ação sobre o plano material. 

Quando unimos a chama rosa com a azul, temos automaticamente a Chama Violeta, que tudo transmuta e dissolve. No entanto devemos saber empregar as energias da chama Violeta ou Sétimo raio, pois este raio possui a capacidade de transmutar e de acelerar o nosso processo Cármico, motivo pelo qual devemos ter muito cuidado em como trabalhar com ela, pois ela pode causar desequilíbrios psíquicos e emocionais. A chama Violeta deve ser empregada todos os dias, mas em parceria com os outros raios, tanto antes como depois de ser manifestada, assim estaremos requalificando e recalibrando nossos campo vitais, não permitindo que a precipitação cármica nos desequilibre, e seja sim transmutada de forma a que possamos apreender e compreender nossas falhas. Mas para isso devemos empregar uma seqüência correta de cores, em sintonia. com as nossas realidades e dificuldades. Por exemplo se estamos utilizando a chama violeta para questões de uma doença como o câncer, devemos empregar após seu uso o poder da chama verde de cura, para permitir a regressão dessa doença ou outra qualquer, caso contrario estaremos acelerando o processo da manifestação dessa doença, o que não era a intenção inicial da pessoa, mas por ignorância acabou por se auto flagelar com a precipitação da doença. Este é um exemplo simples que pode ser estendido a outras situações.

Fonte: 22 raios

Através da terapêutica Cura Eletrônica, é utilizado a Chama Trina em seu processo para Auxiliar o processo da Autocura do Consulente além de promover o alinhamento e harmonização dos 7 corpos.

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Seus hábitos e sistemas de crenças são produtos do ambiente em que você vive.

artigo crenças

Compreenda que as pessoas com quem convive e o ambiente em que vive influênciam-lhe fortemente o que faz. O indivíduo criado em ambiente negativo, sempre sujeito a abusos físicos ou verbais, tem uma visão de mundo diferente da criança criada em uma família calorosa, carinhosa e incentivadora. São diferentes seus níveis de auto-estima. Ambientes hostis criam quase sempre sentimentos de falta de merecimento e de confiança, para não mencionar o medo. Um sistema de crenças negativo como esse podem gerar todos os tipos de hábitos contraproducentes se não tratados a tempo que podem ser levados para a vida adulta.

Em alguns casos raros, a pessoa pode ter uma autocrença opressiva, que lhe diz: “Eu não sei fazer nada direito.” E a crença produzirá um efeito sumamente nocivo sobre tudo que ela tentar fazer… se é que vai se dar ao trabalho de tentar.  É comum, no entanto, que tenha uma mistura de crenças, algumas das quais positivas e “capacitantes” e, outras, justamente o contrário. Uma pessoa, por exemplo, pode ter uma auto-imagem muito baixa e não se considerar um bom “gerente”, “chefe” ou “líder”. A mesma pessoa, contudo, talvez se considere um tipo “naturalmente” competente no esporte, na vida social, ou em um hobby ou passatempo. De certo modo, todos nós temos uma faixa de crenças sobre nós mesmos, abrangendo muitas facetas de nosso trabalho, vida social e doméstica e precisamos ser específicos quando identificamos as que afetam os resultados que almejamos. Precisamos, portanto, substituir as que nos incapacitam por outras, que produzem o efeito satisfatório.

Mesmo que você esteja em ambientes desfavoráveis formativos, você ainda poderá realizar mudanças. E talvez seja necessário alguém para ajudá-lo na transição. Um terapeuta, conselheiro, coach, professor, ou modelo de atenção digna de se orientar que pode produzir um impacto enorme sobre o seu futuro.

O único pré-requisito é que você assuma consigo mesmo o compromisso de mudar. Quando estiver pronto para isso, as pessoas certas começarão a aparecer para ajudá-lo.

Como diz o ditado: “Quando o discípulo está pronto, o mestre aparece” é pura verdade.

*Dentro do meio holístico há várias técnicas e métodos que podem auxiliá-lo nesta transição, uma delas que podemos citar é o Theta Healing que tem como objetivo principal tratar crenças, Homestase Quântica entre outras.

Fonte: Livro O Poder do Foco

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Angstroms a partícula da Vitalidade

Utilizado como unidade medida para definir o comprimento de onda de Luz emitida, é igual a 10 elevado a -10, que é considerado menor do que um nanô. Utilizado para cálculos de átomos ou seja como cálculo de fótons devido a estar intimamente ligado à Luz Emitida dentro do comprimento de onda. Simbologia  “A”

O comprimento de Onda Luz de um Ser humano é de 6500 Angstroms que podemos utilizar como um parâmetro da homeostase da saúde, enfim podemos considerar como uma Medida de Vitalidade ou quantidade Luz emitida por um Ser humano no seu campo bioenergético. “Luz é Informação” .

Assim sendo a maioria dos micróbios fica bem aquém dos 6.500 Angstroms, podemos deduzir que eles só podem afetar um ser humano cuja vitalidade tenha decrescido tanto, a ponto das células orgânicas ressonarem no mesmo comprimento de onda dos micróbios, enquanto um corpo sadio fica imune ao ataque.

Os Angstroms podem ser medido através de Radiestesia como mostra o experimento de Bovis.

O Engenheiro Francês Simeneton ( este que se encontrava desacreditado pelo tempo de vida apontado por seus médicos)  através da pesquisa de Bovis com os alimentos, escreveu um livro chamado “As radiações dos alimentos”, no qual demonstra a vitalidade dos alimentos, conseguiu prolongar sua vida. Em pouco tempo, livrou-se não só da tuberculose como também dos efeitos colaterais causados pelos medicamentos, tornando-se tão vigoroso que ainda teve filhos aos 66 e aos 68 anos, além de jogar tênis aos 70 de idade.

Fonte de investigação: world wide web.