O velho e bom hábito de um bate-papo pode curar doenças psicossomáticas


Hoje, muitas doenças são consideradas psicossomáticas. Analisando o que é esse “psicossomático”, conclui-se que nada mais é que um caminho de energias perversas, que desequilibram o Yang e o Yin do meridiano do corpo, gerando patologias.
Existem síndromes do pânico, depressões, dores polineuríticas, fibromialgias que, no fundo, são todas as não-realizações pessoais. É uma forma de desequilíbrio energético. É a falta, muitas vezes, daquele hábito antigo, de quando as pessoas colocavam a cadeira na calçada e ali faziam sua terapia, batiam papo, jogavam fora suas neuroses, seus problemas. Hoje, por falta de confiabilidade, por medo da “fofoca”, por decepção, por falta de amigos, realmente o ser humano está cada vez mais embutido em suas frustrações, essa energia perversa é descarregada para dentro do próprio organismo, causando, assim, todas as doenças psicossomáticas.

Estuda-se muito o indivíduo isoladamente, esquecendo-se dele como um todo inserido no meio em que vive. A farmacopéia brasileira é muito grande e a farmacologia se aproveita dela, fazendo remédios biossintéticos, cujos efei- tos colaterais, às vezes, são muito maiores que seus efeitos benéficos. Ao contrário, a medicina natural tenta analisar o indivíduo dentro do meio em que vive. O bom terapeuta deve ter presente essa importante noção, não esquecendo de que vai tratar o indivíduo como um todo, não simplesmente sua única e “dita” doença. Como o mecânico, que tira a sujeira do carburador, sem desmontá-lo, faz ajuste de válvulas, aperta as correias e troca as velas, para que o carro fique balanceado por igual.

Fonte: Auriculoterapia – Walter Douglas

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